Polo Turístico Cabo Branco (PB) terá parque aquático e Ocean Palace Resort

Maria Eduarda Câmara, chefe de Departamento de Atrações de Investimentos do Polo Cabo Branco

FORTALEZA – Estão assinados os três primeiros contratos para o desenvolvimento do Polo Turístico Cabo Branco, na Paraíba, já considerado o maior polo turístico planejado do Nordeste. Dois resorts e um parque aquático já estão confirmados: o Surf World Park, projeto de um grupo espanhol; o Ocean Palace Jampa Eco Beach Resort; e o Amado Bio Spa Hotel, de uma empresa paraibana. As construções começam em 2022.

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“Estamos viabilizando a construção dos contratos já assinados e com conversas e trâmites para publicar novas contratações. Todos os projetos enviados para o governo do estado passam por rígido controle de critérios de sustentabilidade. Aqueles que investirem no Polo, terão que ter uma pegada sustentável, com pelo menos 20% da área adquirida focado na preservação”, disse Maria Eduarda Câmara, chefe do Departamento de Atrações de Investimentos e RI do Polo Cabo Branco, em entrevista ao M&E no BTM 2021.

Polo Turístico Cabo Branco, na Paraíba

O projeto do Ocean Palace, por exemplo, terá 100% da energia elétrica proporcionada por painéis solares, com integração total com a mata local. “Estamos focados em construções verticais, porque a horizontalidade desmata muito. Já o Surf World Park é outro que terá contato direto com a natureza”, disse Eduarda. “O próximo passo agora é conversar com as empresas e apresentar o polo que tem esse víes sustentável”, completou.

Tanto é que em breve três novos lotes estarão disponíveis com a venda, com pelo menos cinco grandes redes hoteleiras interessadas e em negociação. “Temos um complexo turístico de 634 hectares, a 20km do aeroporto de João Pessoa, com projetos arquitetônicos focados na sustentabilidade. A negociação neste momento está acontecendo com cinco bandeiras nacionais e internacionais, que precisarão atender uma série de critérios para poder construir no Polo”, completou a head de Atração de Investimentos.

Ao todo, serão 34 hectares (cinco lotes) reservados para o centro de convenções, 17 hectares (cinco lotes) para atrativos turísticos, como parques aquáticos, 16 hectares para comércio e serviços (um lote) e outros 107 hectares (19 lotes) para investimento do setor hoteleiro. “E já há conversas para aumentar a conectividade aérea e um  projeto de estudo para transportar turistas via marítimo”, finalizou Eduarda.

FORTALEZA – Estão assinados os três primeiros contratos para o desenvolvimento do Polo Turístico Cabo Branco, na Paraíba, já considerado o maior polo turístico planejado do Nordeste. Dois resorts e um parque aquático já estão confirmados: o Surf World Park, projeto de um grupo espanhol; o Ocean Palace Jampa Eco Beach Resort; e o Amado Bio Spa Hotel, de uma empresa paraibana. As construções começam em 2022. CONHEÇA O PROJETO TURÍSTICO “Estamos viabilizando a construção dos contratos já assinados e com conversas e trâmites para publicar novas contratações. Todos os projetos enviados para o governo do estado passam por rígido controle de critérios de sustentabilidade. Aqueles que investirem no Polo, terão que ter uma pegada sustentável, com pelo menos 20% da área adquirida focado na preservação”, disse Maria Eduarda Câmara, chefe do Departamento de Atrações de Investimentos e RI do Polo Cabo Branco, em entrevista ao M&E no BTM 2021. O projeto do Ocean Palace, por exemplo, terá 100% da energia elétrica proporcionada por painéis solares, com integração total com a mata local. “Estamos focados em construções verticais, porque a horizontalidade desmata muito. Já o Surf World Park é outro que terá contato direto com a natureza”, disse Eduarda. “O próximo passo agora é conversar com as empresas e apresentar o polo que tem esse víes sustentável”, completou. Tanto é que em breve três novos lotes estarão disponíveis com a venda, com pelo menos cinco grandes redes hoteleiras interessadas e em negociação. “Temos um complexo turístico de 634 hectares, a 20km do aeroporto de João Pessoa, com projetos arquitetônicos focados na sustentabilidade. A negociação neste momento está acontecendo com cinco bandeiras nacionais e internacionais, que precisarão atender uma série de critérios para poder construir no Polo”, completou a head de Atração de Investimentos. Ao todo, serão 34 hectares (cinco lotes) reservados para o centro de convenções, 17 hectares (cinco lotes) para atrativos turísticos, como parques aquáticos, 16 hectares para comércio e serviços (um lote) e outros 107 hectares (19 lotes) para investimento do setor hoteleiro. “E já há conversas para aumentar a conectividade aérea e um  projeto de estudo para transportar turistas via marítimo”, finalizou Eduarda.

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